Prefeitura de Bayeux denuncia que transportes clandestinos circulam com placas “frias”

Fonte: Bayeux em Foco
Foto: Thiago Martins de Souza

Empresa de Onildo Almeida prejudicada pelos clandestinos
Durante
audiência em inquérito civil público para discutir o transporte público em
Bayeux, a representante do Departamento Municipal de Trânsito, Allana Cirne,
revelou preocupação com o grande número de veículos que fazem transporte
clandestino de passageiros com placas “frias” identificados em
fiscalizações de ruas e sugeriu parcerias com órgãos estaduais e federais para
combater o problema, classificado por ela como “grave”. Para o
empresário Onildo Almeida, a questão é agravada pelo número exagerado de veículos
tidos “alternativos” vindos de Santa Rita que passam por Bayeux,
alguns inclusive comandados por policiais, que intimidam os motoristas e
cobradores de transportes coletivos. Ele destacou ainda a necessidade de
combate em nível estadual a essa atividade ilegal que já “tomou
conta” do município, gerando somente em sua empresa, uma redução de 120
para 75 no número de funcionários. 

O
inquérito civil público foi aberto a partir de reclamações de José Marcos
Salgueiro, José Carlos Odilon de Lima e Nilberlândio da Silva Lucena,
representantes, respectivamente, da Fundação Margarida Alves, Missionários e
Estudantes, contra a qualidade, número de ônibus, e regularidade de circulação,
sobretudo em relação à localidade da Matinha. Nesse aspecto, os responsáveis
pelas empresas Wilson e Almeida atribuíram o problema à absoluta de falta de
infra-estrutura que inviabiliza o tráfego de veículos na área.

Ao
final, a promotora de justiça Maria Edligia Chaves Leite determinou que a
procuradoria-geral da edilidade lhe informe até o próximo dia 3 de julho, sobre
a possibilidade de pavimentação em paralelepípedos da rua que dá acesso e
itinerário do bairro da Matinhas, bem como o acesso da BR ao conjunto Mário
Andreazza, via Rio do Meio.

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