Novas regras para ônibus intermunicipais em 2015 em Pernambuco

Fonte: Mobilidade
Matéria / Texto: Tânia Passos
Fotos: Rodrigo Gomes


A Região Metropolitana do Recife teve uma licitação para linhas de ônibus do
Sistema de Transporte Público de Passageiros (STPP) que pode não ter sido
exatamente como se esperava. Mas, de uma forma ou de outra, a população teve
conhecimento dos pontos positivos e negativos de um processo que deixou de
fora, por exemplo, cerca de 70% dos ônibus do sistema quanto à obrigatoriedade
de ter refrigeração.


Mas
há uma outra licitação que pouco se falou ou se sabe a respeito. Trata-se da
licitação para as linhas intermunicipais sob a responsabilidade da Empresa
Pernambucano de Transporte Intermunicipal (EPTI). O público, em geral, já está
acostumado a cobrar ações da empresa Grande Recife Consórcio de Transporte
Metropolitano, no âmbito metropolitano, mas dificilmente associa a EPTI ao
transporte intermunicipal, até agora.
A
questão, no entanto, não está na falta de visibilidade da empresa em si, mas
das implicações do processo licitatório para quem utiliza o sistema. Só em
termos comparativos, a licitação da RMR foi dividida em sete lotes. Para o
restante do estado, a licitação da EPTI prevê apenas três lotes. Das 20
empresas que atuavam no transporte intermunicipal, apenas cinco deverão
permanecer. Isso vai implicar em melhoria ou não para o serviço? O fato é que
já há uma denúncia junto ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e é
importante que se investigue mesmo para saber o que será melhor para a
população.

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