Caxiense recebe seus primeiros Vissta Buss 360

Novos veículos trazem uma nova identidade visual mais limpa, valorizando mais a cor amarela com detalhes na cor preta.

A Expresso Caxiense, empresa de transporte rodoviário e fretamento com sede em Caxias do Sul – RS, está renovando sua frota com veículos da fabricante Busscar. São 09 unidades do Vissta Buss 36o com o serviço convencional e 06 com o serviço executivo.

As 05 primeiras unidades já se encontram na sede da empresa, do serviço convencional, que contam com 50 poltronas, tomadas USB individuais, cinto de segurança, porta-copos, banheiro, geladeira, porta-pacotes, luzes de leitura direcionais, ar-condicionado, piso amadeirado, itinerário eletrônico e plataforma elevatória para cadeirantes. Os veículos do serviço Executivo possuem 42 poltronas, e chegarão nos próximos dias.

Montados sobre chassi Mercedes-Benz O-500RS BlueTec 5, os primeiros Vissta Buss 360 da Caxiense trazem uma nova identidade visual mais limpa, valorizando mais a cor amarela com detalhes na cor preta.

Fundada por proprietários de caminhões em 1938, a Expresso Caxiense inicialmente era uma transportadora de cargas. Foi a primeira empresa a transportar mercadorias por via rodoviária, entre Caxias do Sul e São Paulo.

Baseados na impossibilidade de concorrer com o transporte ferroviário no transporte de cargas, a Expresso Caxiense decidiu tentar o transporte de passageiros entre Caxias do Sul e Porto Alegre, pois as viagens de trem eram demoradas, cansativas e desconfortáveis.

O percurso entre Caxias e Porto Alegre era muito acidentado. Durante e depois das chuvas, a areia da estrada transformava-se em lodaçal em que os veículos atolavam com freqüência. Quando isso acontecia, os próprios passageiros tiravam o paletó, arregaçavam as mangas e ajudavam a livrar o ônibus. Cada viagem durava, em média, de 6 a 8 horas, pela estrada “Júlio de Castilhos”, mais ou menos com o traçado da atual São Vendelino.

Na época os motoristas da Caxiense exerciam relevante função social. Dirigiam os veículos e cumpriam as missões de “anjos da guarda” de estudantes que lhes eram confiados pelas respectivas famílias. Em geral, eram conduzidos até a porta dos endereços em que hospedariam-se. Transportavam pequenas encomendas, recados no estilo de correio e faziam compras sob encomendas na capital do Estado.

Texto: Wellington Cadore
Imagens Jean Doring

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