São Paulo e Belo Horizonte lideraram as viagens para o Rock in Rio 2026 entre os passageiros transportados por empresas parceiras da Buser no primeiro fim de semana do festival. Juntas, as duas capitais responderam por cerca de 65% dos viajantes com destino ao Rio de Janeiro no período, segundo levantamento divulgado pela plataforma de mobilidade rodoviária.
Entre os dias 3 e 8 de setembro, 11,8 mil passageiros viajaram para a capital fluminense por meio de parceiros da Buser. São Paulo apareceu na primeira posição, com 4,5 mil viajantes, seguida por Belo Horizonte, com 3,2 mil. Somadas, as duas cidades enviaram aproximadamente 7,7 mil passageiros ao Rio.
O movimento continua para o segundo fim de semana do Rock in Rio. Entre 10 e 14 de setembro, a empresa já contabiliza cerca de 5,7 mil passageiros com destino ao Rio de Janeiro, e as reservas ainda podem crescer. Novamente, São Paulo e Belo Horizonte aparecem como as principais origens.
São Paulo enviou 4,5 mil passageiros para o Rio de Janeiro
O levantamento da Buser sobre as viagens para o Rock in Rio coloca a capital paulista com ampla participação nos deslocamentos registrados durante o primeiro fim de semana do evento.
Foram aproximadamente 4,5 mil passageiros saindo de São Paulo, enquanto Belo Horizonte respondeu por outros 3,2 mil viajantes.
Considerando o total de 11,8 mil passageiros com destino ao Rio de Janeiro no período analisado, somente as duas capitais concentraram cerca de dois terços da movimentação registrada pela empresa.
O resultado evidencia a importância das ligações rodoviárias entre São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro em períodos de grandes eventos, especialmente quando há aumento expressivo da demanda turística.
Vitória aparece como terceira principal origem
Embora São Paulo e Belo Horizonte tenham concentrado a maior parcela das viagens, o levantamento mostra que o público do festival chegou ao Rio de Janeiro partindo de diferentes regiões.
Vitória ocupou a terceira posição entre as principais origens, seguida por Ribeirão Preto (SP), São José dos Campos (SP) e Campinas (SP).
Também foram identificados passageiros provenientes de Uberlândia (MG), Santos (SP), Juiz de Fora (MG), Vila Velha (ES) e Guarapari (ES), além de municípios localizados no próprio estado do Rio de Janeiro.
Os dados mostram uma movimentação que vai além das capitais e envolve importantes cidades do Sudeste, principalmente de São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo.
Viagem rodoviária ganha espaço no deslocamento para grandes eventos
Para a Buser, além do preço e da disponibilidade de horários, o conforto durante o deslocamento ganha importância para quem retorna de eventos com várias horas de duração.
“Quem vai a um festival como o Rock in Rio passa horas em pé, caminhando, dançando e aproveitando os shows. Depois de tudo isso, poder entrar no ônibus, se acomodar e descansar durante o trajeto faz diferença”, afirma Luiza Guimarães, gerente de Marketing da Buser.
Segundo a executiva, conforto e segurança durante a viagem passam a fazer parte da própria experiência de quem se desloca para acompanhar o festival.
A dinâmica é especialmente relevante em viagens interestaduais realizadas durante a noite ou imediatamente após os dias de shows.
Segundo fim de semana já tem 5,7 mil passageiros com destino ao Rio
A movimentação rodoviária permanece elevada para a segunda etapa do Rock in Rio 2026.
Para o período entre 10 e 14 de setembro, a Buser já registra aproximadamente 5,7 mil passageiros com destino à capital fluminense.
O volume é parcial, uma vez que novas reservas ainda podem ser realizadas nos dias próximos aos shows.
São Paulo continua liderando. Até o momento do levantamento, mais de 2,3 mil passageiros estavam programados para partir da capital paulista em direção ao Rio de Janeiro.
Belo Horizonte aparece novamente na segunda posição, com aproximadamente 1,4 mil viajantes.
São Paulo e Belo Horizonte concentram quase dois terços das reservas atuais
As duas principais origens também mantêm forte participação na demanda já registrada para o segundo fim de semana.
Somados, os mais de 2,3 mil passageiros de São Paulo e cerca de 1,4 mil de Belo Horizonte representam aproximadamente 3,7 mil dos 5,7 mil viajantes contabilizados até o levantamento.
Na sequência aparecem novamente Vitória, Ribeirão Preto, São José dos Campos e Campinas, repetindo as seis principais origens verificadas na primeira etapa do festival.
Para Kalil Gebrim Rodrigues, diretor de Planejamento e Precificação da Buser, a repetição desse comportamento demonstra a relevância dos mercados paulista e mineiro para as viagens com destino ao Rio de Janeiro.
“O comportamento mantém o padrão observado no primeiro fim de semana e evidencia a força de São Paulo e Minas Gerais como importantes mercados emissores de passageiros para o Rio de Janeiro”, analisa.
O executivo acrescenta que a diversidade das cidades de origem também demonstra a capacidade de grandes eventos de estimular deslocamentos regionais e interestaduais.
Rock in Rio movimenta demanda pelo transporte rodoviário
Eventos da dimensão do Rock in Rio produzem efeitos que ultrapassam a movimentação na própria cidade onde são realizados.
A chegada de milhares de visitantes de outros municípios aumenta a procura por diferentes formas de transporte, incluindo as viagens rodoviárias interestaduais e intermunicipais.
No caso dos dados apresentados pela Buser, a concentração da demanda no Sudeste fica evidente. São Paulo e Belo Horizonte lideram, mas cidades do interior paulista, de Minas Gerais e do Espírito Santo também aparecem entre as origens dos passageiros.
Para as empresas de transporte, plataformas de venda e operadores, esse tipo de evento também exige acompanhamento da demanda para ajustar a oferta às datas de maior procura.
Buser recomenda compra antecipada para próximos shows
Com a continuidade do festival, a orientação da Buser é que os passageiros que ainda pretendem viajar para o Rio de Janeiro planejem o deslocamento antecipadamente.
A proximidade dos shows pode aumentar a procura por determinadas datas e horários, principalmente nas rotas que partem das cidades que concentram o maior número de viajantes.
Os passageiros podem consultar destinos, horários e opções disponíveis no site oficial da Buser ou pelo aplicativo da empresa.
Buser atua em três modelos do transporte rodoviário
Fundada em 2017, a Buser desenvolveu sua atuação no mercado de mobilidade rodoviária por diferentes modelos de negócio.
A companhia trabalha com fretamento colaborativo, no qual passageiros são conectados digitalmente para a contratação das viagens; com um marketplace para comercialização de passagens de empresas parceiras; e com transporte regular por meio das operações da JK e da Santa Maria, conforme informações divulgadas pela empresa.
A tecnologia é utilizada para análise de demanda, otimização de rotas e identificação de mercados.
Atualmente, a companhia informa possuir mais de 14 milhões de clientes cadastrados, operações em mais de 320 cidades brasileiras e aproximadamente 300 empresas parceiras.
Para 2026, a Buser projeta superar R$ 700 milhões em receita.
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