Fonte: Brejo.com
A Secretaria de Estado da Educação da Paraíba
divulgou hoje uma nota em resposta à provocação feita ontem pela coordenadora
do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Defesa da Educação do
Ministério Público da Paraíba, promotora Ana Carolina Coutinho Ramalho
Cavalcanti, a respeito do fato de 150 ônibus escolares estarem parados há mais
de três meses nas instalações do prédio da Cagepa – Gerência Regional do
Litoral, situado na BR 230. Por causa desse “estacionamento prolongado”, a
promotora havia convocado uma reunião com a secretária Márcia Lucena e o
procurador geral de Justiça, Bertrand Asfora.
Na nota, a secretaria
informa, ao contrário do que acreditava o MPE, que os veículos foram comprados
com recursos do Estado e não do governo federal e acrescenta que eles aguardam
o cumprimento de procedimentos exigidos em lei para serem liberados para o uso
dos municípios paraibanos.
Educação
meio da Secretaria de Estado da Educação, descarta qualquer inconveniência na
manutenção, no pátio da Cagepa, de 162 ônibus escolares, que serão entregues a
diversos municípios da Paraíba tão logo estiverem passado por todos os
procedimentos, especialmente aqueles exigidos por lei, antes da liberação.
com recursos próprios, os veículos começaram a chegar somente em novembro de
2013 e, antes da liberação, tiveram que passar por processos de formalização
dos documentos, emplacamento, sinalização, inspeção técnica e tombamento. Além
disso, a Secretaria de Estado da Educação, levando em consideração o número de
alunos matriculados e, especialmente, os pontos de maior carência de transporte
escolar, teve que fazer estudos sobre o processo de distribuição dos ônibus.
procedimentos, desde 2011, o Governo do Estado já entregou 585 ônibus escolares
em toda a Paraíba, sendo 485 com recursos exclusivamente do tesouro estadual.
Mais uma vez, o Governo reafirma a intenção de entregar todos estes novos
veículos, logo após concluído todo processo legal e formal para a distribuição.
respeitar o trabalho das instituições, o Governo
lamenta qualquer tentativa de imposição sobre atos que são de exclusiva
competência do Poder Executivo, a quem cabe, dentro dos limites legais, definir
quando e como deve proceder suas ações.
pautado por força das vontades externas simplesmente por entender que um
governo eleito pela vontade popular é quem tem, constitucionalmente, a
prerrogativa de tomar decisões em nome e em favor da coletividade.













