Caio terá centro técnico em São Paulo

Por Technibus
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Acervo Ônibus Paraibanos

A Caio prepara a instalação de um centro técnico próximo à rodovia presidente Dutra, em São Paulo. “Objetivo desse local é agilizar o atendimento de pós-venda para os clientes na região sudeste e também facilitar a entrega de peças de reposição”, afirmou Maurício Lourenço da Cunha, diretor industrial da Caio, no evento online de abertura da Lat.Bus Transpúblico 2021.

Paulo Corso, diretor comercial da Busscar, esclareceu que, por ser um corredor de passagem de muitos ônibus de turismo, vindo de várias localidades do país, o centro técnico será um ponto de apoio para ajudar as empresas a resolver problemas que eventualmente possam acontecer durante o trajeto. “Neste espaço o cliente terá peça de reposição, serviço e ônibus novo em exposição. É um lugar onde vamos nos aproximar dos nossos clientes e prestar serviços”, disse Corso.

O diretor comercial da Busscar comentou que, assim como todo o mercado de ônibus, a empresa também foi muito afetada pela Covid-19, e que a empresa conseguiu sobreviver a essa crise com os ônibus de fretamento. “Hoje, a Busscar já faz quatro veículos por dia, o que considero um volume bem significativo para quem começou há poucos dias e enfrentou toda essa pandemia. Devemos chegar até o fim do ano com 20% de market share, o que também é muito importante”, disse Corso.

Esse bom desempenho, segundo Corso, deve-se ao histórico de 75 anos da Busscar que sempre ofereceu produtos com qualidade, robustez e conforto. “É o que os clientes reconhecem quando compram um ônibus da marca. Estamos com bastante expectativa de que vamos conseguir crescer ainda mais e ocupar o espaço que a Busscar tinha no passado, quando interrompeu suas atividades.”

Corso ressaltou que a demanda no segmento de fretamento está muito boa e que as vendas estão aquecidas. “A aceitação do El Buss 320 FT tem sido extraordinária. Tivemos alguns meses de adaptação e agora estamos começando a produção em série. É um produto que estava faltando no nosso portfólio e devemos já ter vendido mais de 200 unidades.”

Por parte da Caio, o Apache Vip vem tendo boa receptividade no mercado brasileiro, segundo o diretor da empresa. “Os clientes estão gostando muito do design e das melhorias que foram feitas no produto, mas é difícil estimar vendas para este ano porque não é possível fazer previsões até mesmo para o mercado de ônibus”, disse Maurício Cunha.

Sobre as exportações de ônibus urbanos, Cunha afirmou que vêm se realizando aos poucos, porque outros países também foram afetados pela pandemia, tendo no ano passado uma melhor demanda do mercado chileno. “Este ano as exportações estão bem fracas, girando entre 8% a 10%, enquanto em ano mais forte era de 12% a 14%, e deve ficar entre 6% a 7% até o fim do ano, bem abaixo da média de anos anteriores”, disse o diretor da Caio.

Para a Busscar, que exporta os seus ônibus para toda a América Latina e para alguns países da África, o Chile também é o principal mercado, com a venda de 150 unidades anualmente. Ao todo, as exportações representam de 17% a 20% dos negócios da empresa, segundo Corso.

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